Vinhos da África do Sul: tudo o que você precisa saber


Vinhos da África do Sul: tudo o que você precisa saber

Um país relativamente novo na tradição de viticultura, mas com uma produção de qualidade — não é à toa que a África do Sul está entre as 10 maiores regiões produtoras de vinho em todo o mundo, correspondendo a 4,5% da produção mundial. São, aproximadamente, 340 vinícolas e 4200 produtores, tornando esse mercado altamente importante para a economia do país.

O clima temperado, propício para o plantio de vinhedos, foi um dos aliados principais para aumentar o potencial desse país e despontá-lo como um dos maiores produtores de vinho do mundo. Também, fatores históricos favoráveis também trouxeram benefícios para esse fim.

Para você que é apaixonado por vinho, vamos trazer um pouco da essência dessa história de sucesso. Vamos apresentar também as principais uvas cultivadas na região e, para os interessados, indicaremos onde você poderá comprar o melhor da produção desse país.

Ao final deste guia completo, você terá se encantado ainda mais pelo vinho sul-africano! Então, aproveite a leitura e saiba mais sobre esse tema!

História dos vinhos na África do Sul

Os vinhos da África do Sul são conhecidos mundialmente pela sua qualidade e diversidade — e olha que é um país relativamente novo nesse tipo de cultura, com apenas três séculos de tradição na produção de uvas. Se considerarmos que os primeiros vinhos começaram a ser preparados a partir de 1000 a.C, na região da Grécia, é uma história consideravelmente recente.

Os vinhedos começaram a ser implementados por meio da Companhia das Índias Orientais, durante o período colonial gerado pelas Grandes Navegações, no século XVII. Os holandeses começaram a trazer os primeiros vinhedos no local.

O primeiro registro de vinho elaborado na região foi em 1659, feito pelos imigrantes holandeses presentes na região, por meio das vinhas importadas das regiões da França e Espanha, na região de Table Bay.

Essa cultura foi se espalhando pelo país. Constantia foi uma das principais regiões a abrigar vinhedos de alta qualidade e que fortaleceu a indústria do país.

Porém, o cultivo tomou realmente força a partir da presença dos imigrantes huguenotes franceses que começaram a chegar na região do Cabo. Com o conhecimento francês sobre as principais técnicas e a tradição dessa população acerca do consumo de vinho, a região da África do Sul começou a aumentar sua produção.

Dica: Paladar refinado: confira nosso guia completo de vinhos franceses!

A produção desacelerou a partir de ocorrências de pragas que afetaram os vinhedos do país no mesmo período em que guerras acometeram a África do Sul, de forma que tornou-se complicado manter a produção nos níveis adequados.

Um hiato enfraqueceu ainda mais a produção do país devido ao exílio político sofrido na região, devido ao Apartheid. Com isso, a produção retomou força apenas na década de 1990, após a queda dessa política, com toda a força!

Com isso, aconteceu a explosão a produção de vinhos do país. Em 1991, a produção do país era de 28 milhões de litros anuais. Já em 2002, a exportação da bebida alcançou 218 milhões de litros.

O país também conta com uma legislação vinícola, com o objetivo de realizar a regulação adequada da produção. Criou-se assim o selo “Wines of Origin System” (WO). Seu objetivo era marcar a origem e as respectivas áreas de produção, demarcando o caráter único para o vinho e que indicasse a qualidade da bebida para tipos específicos de vinho.

A expressão que define o atual estágio da produção de vinhos no país é: “making better wine, making wine better” (“fazendo os melhores vinhos, tornando vinhos melhores”). Por isso conseguimos ver hoje uma produção que a coloca em destaque no mundo, ao lado de gigantes como França, Portugal, Chile, Austrália, Argentina e Brasil.

O sucesso da cultura de vinhedos no local deve-se a uma combinação interessante: o extremo sul da África abriga um dos solos mais antigos do mundo, com uma natureza excepcional e propícia para o cultivo dessa produção. A maioria dos vinhedos está em regiões protegidas pela Unesco (no Cape Floral Kingdom).

E, também, o clima do país é influenciado pelos oceanos Atlântico e Índico, bem como pelo clima temperado, que favorecem o cultivo de uvas com melhor qualidade e maior complexidade.

Com isso, a região consegue se destacar consideravelmente na produção de vinhos — atualmente são exportados mais de 450 milhões de litros anuais, para mais de 80 países, competindo com mercados tradicionais, como os vinhos portugueses. É possível atender a demanda internacional com uma alta diversidade de estilos de vinhos, com aromas e sabores únicos dessa região.

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Em 1973 passou-se a dividir as regiões vitivinicultoras em distritos e bairros. Atualmente são cinco regiões:

  • Coast;
  • Olifants River;
  • Boberg;
  • Breede River Valley;
  • Klein Karoo.

Diante desse cenário, um dos pontos fortes do país é o enoturismo, permitindo que os apaixonados por vinhos possam conhecer as principais vinícolas do país. Por exemplo, os turistas podem aproveitar e conhecerem a Rota 62, conhecida como a maior e mais longa rota produtora de vinho do mundo.

Para os amantes de enoturismo, o ideal é começar pela Cidade do Cabo, local em que estão as principais vinícolas do país. Os visitantes podem acompanhar todo o processo de produção, visitar as vinhas e também terem a oportunidade de realizar degustações locais, incluindo até mesmo harmonizações com queijos e chocolate.

Algumas paradas obrigatórias no país para os amantes de vinhos são:

  • a vinícola Stellenbosch (segunda colônia europeia mais antiga do país);
  • a vinícola Neethlingshof (local em que a primeira mulher começou a produzir vinho no país);
  • a vinícola The House of JC Le Roux (principal fabricante de espumantes da África do Sul).

Atualmente, a variedade de uva mais marcante do país é a Pinotage, uma versão criada no próprio país. O professor Abraham Izak Perold realizou o cruzamento entre as espécies Pinot Noir e Cinsault e, sendo bem-sucedido, conseguiu criar a modalidade de uva que hoje é o símbolo da cultura de vinho da África do Sul.

Dica: Tipos de uvas: tudo o que você precisa saber

Porém engana-se que apenas esse tipo é o queridinho tanto no mercado interno quanto externo. Ainda há uma série de cultivos de sabor e qualidade marcantes, que apresentaremos a seguir!

Principais uvas cultivadas na região

Como falamos, a região conta com uma forte diversidade de vinhos cultivados, devido ao clima propício para esse fim. Atualmente a maior produção é de uvas brancas (55% da produção), com destaque para as castas Chenin Blanc, Colombard e Sultana.

Porém, devido ao clima propício, são criados todos os estilos de vinho no país, desde os espumantes às bebidas mais fortificadas, de forma que muitos especialistas afirmam que é o estilo de vinho mais próximo do estilo do Velho Mundo.

Vamos mostrar a você as principais uvas produzidas na região e as características dos vinhos elaborados com elas a seguir.

Cabernet Sauvignon

Essa cepa é uma das principais cultivadas na África do Sul, bem como em todo o mundo. Sua casca é mais grossa, rica em taninos. Para amenizar esse caráter, normalmente é uma uva de colheita tardia, suavizando esse efeito e equilibrando o vinho, com alta complexidade.

Normalmente é harmonizado com pratos mais elaborados, já que os sabores e texturas do vinho casam mais facilmente com comidas mais complexas. Por exemplo, as bebidas mais jovens podem ser harmonizadas com carne de porco e cordeiro, ou com risotos.

Já os mais envelhecidos e, consequentemente, menos tânicos, podem ser harmonizados com carnes assadas, em geral, ou pratos com molho à base de manteiga, ou de creme branco.

Por fim, os rótulos mais encorpados casam melhor com pratos de sabor mais intenso, como nhoques ou costelas.

Merlot

Uma uva extremamente emblemática, é mais tradicional na região da Argentina. Porém, o cultivo na África do Sul é feito em larga escala e com ótima qualidade!

Seu cultivo é dividido em duas qualidades: a de padrão internacional e padrão francês. A primeira é feita com amadurecimento rápido e pode ter uma colheita precoce, antes que problemas climáticos possam causar problemas na qualidade dos frutos. É o padrão implementado usualmente nos vinhos do Novo Mundo. Dentro desse padrão, os vinhos Merlot têm como característica:

  • aroma mais intenso;
  • acidez reduzida;
  • taninos macios e maduros;
  • sabor frutado, aproximado de ameixas e mirtilos.

Já o padrão francês espera um pouco mais para a colheita, porém, sem deixar que o fruto amadureça demais. Para quem gosta de sabores mais tradicionais, essa modalidade é a preferida, pois garante sua elegância e leveza originais. Suas principais características são:

  • aromas mais delicados;
  • sabor frutado com maior acidez, aproximado de morangos ou framboesa;
  • taninos firmes;
  • acidez um pouco mais marcante, sem ser agressivo.

Por ser um vinho equilibrado, é uma bebida mais eclética para harmonização. Casam bem com carnes magras (tanto brancas quanto vermelhas). Também fica muito bem harmonizado com massas ou risotos com tomates, ou funghi em sua composição.

Deve-se evitar harmonizá-lo com comidas apimentadas, que podem se sobrepor ao sabor do vinho. Saladas e peixes também devem ser evitados, pois, quando misturados, podem gerar um sabor mais metálico, se tornando desagradável.

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Conheça os principais tipos de uvas usados na produção de vinhos

Pinotage

uva Pinotage, criada em 1925 pela Universidade de Stellenbosch, é o resultado curioso do cruzamento de duas castas de uva: a Pinot Noir e Cinsault. Se tornou um dos grandes destaques da região após o despontar do vinho sul-africano na década de 1990, sendo um símbolo da tradição do país.

E por pouco não foi perdido o experimento! As pequenas videiras criadas na casa do químico Abraham Izak Perold quase foram arrancadas pelo jardineiro do local, acreditando que eram ervas daninhas. O processo foi salvo por um aluno que, sabendo do experimento, se antecipou e evitou seu corte, levando-a para a universidade para ser protegida.

É uma uva com casca grossa, polpa macia e cor intensa (um azulado tão intenso, quase preto), com maturação precoce.

Na África do Sul podemos encontrar três linhas desse vinho:

  • um rosado, um tanto quanto mais inexpressivo no mercado internacional, mas um tanto quanto mais barato e popular no cenário interno;
  • um tinto frutado, tradicionalmente com aroma de cassis, mirtilo e groselha, com uma leve lembrança ao Pinot Noir e que harmoniza bem com embutidos, rosbife e suflê de queijo;
  • uma versão amadurecida em barrica, mais aromático, que relembra bem mais o Cinsault, com toques de aroma de amora, framboesa e especiarias, normalmente harmonizado com carnes vermelhas condimentadas, pimentão recheado, entre outros.

É um vinho com aroma exótico, com notas de frutas vermelhas. Quando sua produção é devidamente realizada, têm taninos macios, e são bebidas potentes e encorpadas.

Sua harmonização pode ser feita com carnes vermelhas grelhadas e risoto de funghi, quando têm corpo médio. Nas versões mais encorpadas, pode-se harmonizá-lo com carnes assadas e queijos mais maduros. Também pode ser harmonizado com chocolates com alta concentração de cacau e comidas bem condimentadas.

Pinot Noir

O Pinot Noir é uma das uvas mais tradicionais e consideradas mais elegantes da vinicultura. É um fruto bastante sensível a mudanças climáticas e, por isso, o clima temperado da região sul-africana torna propício o plantio dessa modalidade.

Isso porque muitas vezes ela está vulnerável a problemas como apodrecimento e mofo durante o cultivo. Por isso exige toda uma série de cuidados fundamentais para manter a sua qualidade sem maiores desperdícios.

Tem casca fina, o que gera um sabor mais delicado e uma coloração vermelha intensa. As bebidas produzidas com essa cepa tendem a gerar aromas de amora, cereja, especiarias e flores.

É um vinho de fácil harmonização, combinando bem com embutidos, carne de coelho risotos, carnes assadas e peixes (atum e salmão).

Por ser eclético, pode ser a melhor pedida quando amigos querem pedir uma única garrafa em um restaurante, quando cada um pediu um prato diferente.

Shiraz/Syrah

Uma das cepas mais antigas do mundo, é bastante versátil, podendo ser produzida em diversas regiões do mundo. Os vinhos dessa uva são escuros, profundos e seu aroma varia de acordo com a região em que o fruto foi cultivado. Tradicionalmente são bebidas mais equilibradas, com acidez suculenta e taninos robustos.

A África do Sul se destaca consideravelmente dos países do Novo Mundo nos quais essa bebida é produzida, colocando-a na frente dos vinhos chilenos e argentinos nessa modalidade.

É uma bebida que harmoniza facilmente com pratos de sabores intensos, casando bem com carne vermelha e queijos amarelos. Também pode ser um complemento para pratos de temperos fortes.

Sua modalidade com estilo mais leve pode ser um acompanhamento para hambúrgueres ou lombo de porco com especiarias.

Dica: 6 dicas incríveis de harmonização de vinhos

Chardonnay

Chardonnay é uma modalidade bastante tradicional de uvas brancas na região da África do Sul. É uma uva de pele verde e que pode ser utilizado tanto para elaboração de vinhos quanto para espumantes.

Ela é bastante utilizada por ser bem maleável, o que permite sua produção em praticamente qualquer lugar do mundo. Suas bebidas são ricas em aromas e sabores. Em climas frios, ela evidencia tons mais próximos de frutas cítricas (o caso da África do Sul) e lembra frutas tropicais quando cultivada em climas quentes. Essa versatilidade torna essa cepa a mais utilizada e produzida mundialmente.

Sua harmonização pode ser feita com:

  • queijos mais fortes (búfalo e de cabra);
  • queijos macios ou frescos (minas frescal, ricota, muçarela, pasta mole de brie);
  • saladas (não temperá-las com vinagre);
  • carnes de aves feito com especiarias (açafrão, alecrim ou curry);
  • bacalhau e salmão;
  • massas com molho branco ou a base de queijo;
  • massas com molho carbonara;
  • sobremesas doces;
  • sobremesas preparadas com frutas.

Chenin Blanc (Steen)

Essa é um dos tipos de uva mais conhecidos para a produção de vinhos brancos no país. É a variedade de uva branca mais cultivada na África do Sul. É uma uva bem versátil, cujo sabor varia de acordo com a temperatura.

Em climas quentes, o seu sabor se aproxima mais das uvas Chardonnay, Viognier e Torrontés. Já em climas mais frios, seu sabor está mais próximo do Sauvignon BlancPinot Grigio. Quando colhidas mais rapidamente, seu sabor tem notas de maracujás. Já quando mais maduras, assemelham-se mais a pêssegos, têm acidez presente e aroma de maçã verde.

Sua harmonização normalmente é feita com frutos-do-mar, carne de aves (frango ou peru). Também casa bem com embutidos (presunto, bacon, entre outros).

Sauvignon Blanc

A uva Sauvignon Blanc é bastante aromática e refrescante, sendo bastante adaptável para diversos solos e climas. E, por isso, se adaptou bem ao clima da África do Sul. Tem diferenças quando cultivada nos padrões do Velho Mundo e do Novo Mundo. No Novo Mundo ele tem aromas mais cítricos e herbáceos.

A harmonização do Sauvignon Blanc pode ser feita com:

  • queijo de cabra, mussarela de búfala e queijos semiduros, como gouda e gruyère;
  • peixes brancos feitos com legumes ou molhos cremosos;
  • ceviche;
  • saladas frescas de folhas e frutas;
  • massas com ervas frescas;
  • petiscos;
  • nozes, frutas frescas, entre outros.

Semillon

Essa uva branca francesa também se adapta bem ao clima sul-africano. As bebidas produzidas a partir dessa cepa têm baixa acidez e textura mais cremosa, com aromas frutados próximos à maçã, pera, limão, melão e figo.

Riesling

Uma das melhores castas para vinho branco, a uva Riesling tem um ciclo longo de maturação, com acidez acentuada. Traz sabores intensos e é um dos vinhos mais aromáticos do mundo, com toques de abacaxi, pêssego e pera.

Suas bebidas têm uma coloração amarelo-esverdeada quando mais jovens. Quando mais maduros, tons de dourado vão ganhando maior destaque. Tende a ser um vinho de menor teor alcoólico, mas de acidez mais elevada. Em alguns casos, pode-se preservar a sua concentração de açúcares, resultando em vinhos de sobremesa interessantes.

Pode ser consumido sozinho. Porém, caso queira, pode ser harmonizado facilmente com comidas picantes e frutos-do-mar com sabores mais intensos. Pode acompanhar também carnes brancas e saladas.

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Melhores vinhos da África do Sul

Alguns dos rótulos da África do Sul são mundialmente conhecidos pela sua qualidade incomparável, colocando-o entre os melhores do mundo. Confira alguns deles a seguir.

Out of Africa Pinotage 2014 – African Terroir, Western Cape

O Pinotage, característico do país, não poderia ficar de fora. Esse rótulo é um tinto 100% Pinotage, armazenado quatro meses em carvalho francês. Tem uma gostosa acidez, taninos com uma textura agradável e um final delicioso, com qualidade da fruta. Seu aroma tem notas florais, ervas e especiarias doces.

Glen Carlou Gravel Quarry Cabernet Sauvignon 2010 — Glen Carlou, Paarl

Esse tinto 100% Cabernet Sauvignon tem um estilo mais maduro e potente. Equilibrado, tem considerável acidez e taninos finos de ótima textura. Esse rótulo é amadurecido 18 meses em barricas novas de carvalho francês. Seu aroma é de ameixas e cassis, com notas florais de folha de tabaco e alcaçuz.

Glen Carlou Quartz Stone Chardonnay 2013 — Glen Carlou, Paarl

Esse rótulo é um belo vinho branco 100% Chardonnay, uma cepa clássica do país. Ele é fermentado com leveduras indígenas em barris de carvalho francês (90%) e ovos de concreto (10%), com estágio de 11 meses. Seu estilo é bem potente, com frutas tropicais maduras seguidas de notas florais, manteiga e especiarias doces. Tem uma textura bem cremosa, com um final consideravelmente persistente. Ainda é possível notar toques de camomila e abacaxi em calda. Bem saboroso!

Kleine Rust Chenin Blanc Sauvignon Blanc 2015 — Stellenrust, Stellenbosch

Rótulo composto de 83% de Chenin Blanc e 17% Sauvignon Blanc. É perfeito para quem gosta de um vinho mais fresco, com ótima textura. Tem aromas de frutas tropicais e cítricas, com notas florais, minerais e ervas frescas. Com uma acidez vibrante, tem um final agradável, que agrada a maioria dos paladares.

Ainda podemos acrescentar na lista de melhores vinhos do país:

  • Mullineux 2013 Straw Wine Chenin Blanc;
  • Klein Constantia 2007 Vin de Constance Muscat;
  • Warwick 2004 Estate Reserve Red;
  • Rupert Rothschild Baron Edmond;
  • Morgenster Red;
  • Rijks Reserve Pinotage.

Dica: 4 razões para você aprender sobre vinhos e virar um expert!

Onde comprar vinhos sul-africanos

Agora que você sabe tudo sobre o que há de melhor dos vinhos sul-africanos e sua tradição em todo o mundo, é importante identificar os locais onde você consegue comprar vinhos originários desse país, de qualidade e com preço acessível.

Em nossa loja online temos diversos vinhos importados diretamente da África do Sul, dos mais diferentes tipos de casta, com sabor e aroma inigualável. Para os apaixonados pela bebida, é uma ótima oportunidade de experimentar alguns dos melhores vinhos do mundo e conhecer a tradição do vinho sul-africano.

Então aproveite, entre em nosso site e escolha o vinho sul-africano de seu interesse! Temos certeza de que você se encantará.

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Por
10/12/2019

Enólogo e Embaixador da Marca.


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