
Quando você pensa em combinações clássicas, o que lhe vem à mente? Arroz com feijão? Bebeto e Romário? Jeans e Camiseta? Churrasco e samba? Queijos e vinhos?
Sem dúvida alguma, todas essas duplas mencionadas acima são clássicas combinações presentes no nosso cotidiano, mas existe outra tão importante que fica quase impossível de separá-la. Trata-se do olfato e do paladar. Esses sentidos trabalham juntos para que tenhamos prazer em comer ou tomar um bom vinho.
Alguns alimentos são tão complexos que foram desenvolvidas técnicas para que todo o seu sabor e aroma sejam identificados. Um bom exemplo é a análise sensorial do vinho, algo tão complexo que virou até mesmo profissão e tema de cursos.
Neste post, vamos falar um pouco mais sobre este procedimento, seus fundamentos básicos e algumas informações importantes sobre esta técnica. Confira!
Quais são as noções básicas dessa análise?
Basicamente, a análise é feita a partir da degustação e da observação do vinho. É preciso prová-lo com atenção para que seja possível distinguir cada uma de suas características.
Apesar de temos comentado sobre a relação entre olfato e paladar, a visão também é um sentido importante na análise sensorial — afinal, é possível observar algumas características da bebida apenas olhando para ela.
Dica: Aromas do vinho: entenda como eles surgem e como identificá-los
Quais sentidos devem ser usados para realizar esse processo?
Visão
O trabalho da análise sensorial do vinho é dividido em quatro partes, cada uma delas usando um sentido. A primeira é a observação. Com a visão, o degustador consegue observar aspectos como a cor, a limpidez, a transparência, o brilho e a viscosidade.
Olfato
Feita essa primeira etapa, chega o momento de utilizar o olfato. Nesse estágio, é avaliada a qualidade do aroma e a intensidade, seguidas de uma classificação entre aromas primários, secundários e terciários — essa subdivisão exige um conhecimento mais aprofundado para que seja possível distinguir as notas cítricas, amadeiradas, florais etc.
Paladar
Finalizada a parte olfativa, chegou a hora de finalmente "experimentar" o vinho. Para analisar todo o seu sabor e suas nuances, é preciso tomar um pequeno gole e fazê-lo girar por toda a boca para que o vinho consiga passear por todas as regiões da língua e estimular as papilas gustativas que vão denotar acidez, doçura e amargor.
É também nesta etapa que entra o tato, mais um sentido importante para a o processo. Não se trata de colocar as mãos no vinho, mas sim de sentir qual é a sensação que ele deixa na língua. Alguns exemplos: vinhos com maior tanicidade são mais ásperos e vinhos com mais álcool também possuem um tato diferente daqueles com teor mais baixo.
Dica: Saiba qual o papel do teor alcoólico presente no vinho!
Quais as vantagens da análise sensorial do vinho?
O procedimento dá ao consumidor conhecimento para saber o que esperar de cada rótulo, ajudando na hora de escolher o vinho que lhe traz as sensações mais agradáveis. No mercado dos vinhos, a análise serve para distinguir os melhores exemplares, além de permitir aos especialistas a criação de combinações com alimentos, também conhecidas como harmonizações.
Essas são algumas informações básicas sobre a análise sensorial de vinhos. Para descobrir mais sobre essa técnica, é preciso estudá-la, principalmente para que seja possível entender melhor cada processo e aprender a identificar cada uma das características do vinho.
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